Sua Historia
Aqui você vai contar a sua historia, suas impressões sobre os dois mundos, sobre sua vida, sobre magia.
Conte-nos sobre suas experiências, sobre sua relação com a magia, o que ela é para você, encontro com os anjos, experiências pós-morte, simpatias e rituais que fez e que deu certo, historias ocorridas com amigos ou parentes.
Enfim, eu quero te ouvir, quero saber sua historia, suas impressões e como você descobriu a magia, como passou a acreditar em milagres.
Mande para meu e-mail fernandamariap@yahoo.com.br com assunto: Sua Historia.
Aguardo você aqui no meu portal!
Cada dia que passa eu constato que mais e mais pessoas estão vendo seus anjos da guarda...não tenho mais inveja pois aprendi que as vezes, melhor que ver é sentir...
E imagina então ouvir um leve bater de asas.
Essa historia abaixo é muito legal e bonita..vejam:
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Histórias de Anjos
Mário Luís Magnani
Pensei que tivesse sido um sonho ter chegado tão alto, no trigésimo andar de um prédio que escalei, sem saber o que aconteceria lá em cima e sem saber exatamente por que estava ali. Ou melhor, eu até sabia porquê estava ali, mas tentei esconder isso de mim.
Queria ver estrelas mais de perto e realizar um sonho que ainda não tivesse imaginado. Entretanto, as nuvens atrapalharam meus planos naquela noite. Não consegui ver as estrelas que pretendia, nem tampouco entender como poderia ter chegado ali por mim mesmo. Apenas as luzes das antenas de tv e o farol dos carros lá embaixo brilhavam naquela noite.
Foi, então, que percebi um anjo havia me ajudado a chegar ali. Estava do meu lado e compensava a falta de estrelas. Eu já havia conversado com esse anjo antes. Disse-lhe que seus olhos verdes estavam com um brilho diferente das últimas vezes que havíamos nos visto. Como se quisesse me dizer algo, desviou o olhar.
Disse-me que o que quer que acontecesse ali, não seria realidade, afinal, longe do chão tudo o que se passava era somente imaginação e fantasia. Aconselhou-me a voltar e me disse que os sonhos somente se realizam quando os concretizamos dentro de nós.
Voltei para a terra dentro de uma nova realidade. Tive medo de descer da forma que subi. Não quis me expor mais aos perigos da escalada. Afinal, não é sempre que se tem sorte de escalar prédios à noite. O anjo me acompanhou e na despedida me abraçou. Beijou-me o rosto, e nas suas palavras pude compreender que meus desejos poderiam tornar-se realidade, pois, parecia que meus desejos eram, também, os seus desejos.
Sobre o autor:
Mário Luís Magnani, natural de Campinas (SP) e residente na cidade de Valinhos (SP). Analista de Sistemas formado pela PUCCAMP e em Gestão de Sistemas de Informação pela UNIP-Campinas. Atualmente cursa MBA em Tecnologia da Informação Aplicada à Gestão Estratégica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Tem publicado no Jornal Terceira Visão Valinhos artigos e crônicas que abordam os problemas sociais do Brasil e do mundo como educação, distribuição de renda, economia, política e globalização.
email: mlmagnani@hotmail.com
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Historia 2:
Bom...acho que por bem eu devo contar minha historia também, tenho certeza que vão gostar:
Eu estava na metade do segundo ano (ensino médio) quando comecei a rezar pedindo para que Deus me mandasse um amigo homem, que queria saber como era ter um amigo homem, pois eu nunca tive e alais sempre tive medo de meninos, eles me zoavam muito na infância, me batiam e enfim;
Meus pais então decidem me mudar de escola, justo a escola que eu passei a minha vida toda, justo a escola que para mim era meu segundo lar e achava que ia terminar o colegial ali.
Fiquei apavorada, não queria deixar minhas amigas, não queria sair de lá fora que pensava como ia ser ruim começar tudo de novo num lugar maior, onde nimguem me conhecia e já ate pensava que os meninos iam então voltar a me atormentar, minhas amigas chegaram ate a mandar um bilhete para meus pais pedindo a eles que em deixassem na escola, mas nada adiantou e tive que deixar a escola...
Lembro que no ultimo dia fui com minhas colegas tomar sorvete como uma forma de despedida e me diverti muito claro, ainda hoje sinto saudades, mas cada uma tomou um outro rumo, era natural.
Quando entrei na nova escola eu então senti medo, muito medo...mas logo vi que nada ia ser igual na outra escola, logo fiz amizade e logo me enturmei.
Então chegando ao fim o ano escolar na nova escola fiquei para recuperação e lá na recuperação conheci mais pessoas e fiz amizade com elas também, justo eu que sempre fui tão tímida e com medo agora tinha varias colegas, mas ainda faltava meu pedido ser atendido e porem eu já havia deixado para lá, pois foi na recuperação que eu conheci um rapaz muito simpático que era amigo das meninas, ele era diferente de todos que já havia conhecido e estranho, parecia já o conhecer, mas não dei muita bola.
Porem aos poucos fui me aproximando dele ou ele que se aproximou de mim e fomos ficando amigos, naquele momento não pensei assim, pois a recuperação já estava no fim e achei que ele nem ia se lembrar de mim...
No dia da volta as aulas quando entrava na escola, alguém me abraçou de-repente (na hora nem vi o que me atingiu) forte e começou a falar que sentiu saudades e que estava feliz em me ver se bem me lembro, quando ele me largou eu vi que era o mesmo que estava comigo e as meninas na recuperação e devo admitir, na hora fiquei assustada, mas logo fiquei feliz, senti carinho...estranho alias, pois mal o conhecia na verdade, nem nos falamos muito e porem nos aproximamos fácil assim.
Daquele momento em diante eu percebi que meu pedido fora atendido e muiiiito melhor por que ele mais parecia um anjo, parecia que eu estava sonhando, seu nome era Luis Felipe, ele gostava de abraçar as pessoas o que eu achava muito legal.
Toda vez que me via ele ia lá sem dizer nada e me abraçava e mesmo que eu estivesse me sentindo triste apenas aquele abraço mudava meu dia e ficava feliz;
Nós não conversávamos muito e porem sentia que nem precisava, ele é o tipo de pessoa que você fica lá sem dizer uma palavra e quando vai embora tem a nítida sensação de que conversaram horas a fio.
O que mais me deixou encantada foi o fato de que ele deu sua amizade assim, sem me conhecer, sem querer nada em troca e seu carinho, o carinho que demonstrava...acho que nunca nimguem demonstrou tal carinho como ele.
Uma vez quando estava chegando ao fim às aulas e começavam os arranjos para a formatura eu o chamei para dançar comigo na formatura e ele aceitou, ele era meio desligado como eu, às vezes perdia meu telefone...tanto que sei que só não me ligou mais por que perdeu meu telefone de novo... e eu perdi o dele alias;
Bem, teve um dia que fiquei insegura por que precisava falar com ele sobre a formatura e ele nada, daí achei que ele não queria mais ir comigo e tal e pedi a uma amiga que ele não precisava mais ir comigo na formatura, daí pouco depois ele veio e me abraçou por traz e perguntou se eu estava brava com ele;
Pra que, nem preciso dizer que desmontei na hora né e disse.me esforçando que não, que não estava brava com ele e dei uma desculpa...
E quando liguei pra ele, não esqueço nunca, ele sempre carinhoso, é, parecia mesmo um anjo.
Então chegou o dia da formatura e dançamos juntos, foi o melhor momento, mesmo eu me sentindo feia com aquele penteado, mas ele disse que eu estava linda e eu fingi que acreditei, mas me senti feliz, ele fez questão de conhecer minha família e eu toda sem jeito fui apresentar ele, nem sabia o que fazer, nunca tive amigo que quis conhecer minha família.
Após a dança a alça de meu vestido soltou e meus pais me fizeram sair às pressas, nem tive tempo de procurar por ele, eles não deixaram e então desde aquele dia nunca mais o vi.
Fiquei muitos dias me sentindo culpada e mal, pois havia combinado de meus pais darem uma carona para ele na volta, nem o procurei no trabalho por puro medo e vergonha.
Hoje ainda sinto uma ponta de culpa, mas me sinto abençoada e muito por ter conhecido alguém tão especial como ele e por que meu pedido foi atendido e sei que conheci um anjo humano,
Sim ele era um anjo, um anjo humano, um anjo chamado Amigo!
Obrigada Luis Felipe, pelo seu carinho e amizade, jamais vou esquecer...
Essa é minha historia, ela aconteceu, e foi dita apenas para poder mostrar que quando rezamos somos atendidos, às vezes não como queiramos, mas sim, somos atendidos e que uma amizade pode ser mágica, feito conto de fadas.
Um amigo é um anjo que escondeu suas asas para poder ficar junto a nós!
"Arvore da Amizade
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho.
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe.
Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família, a qual respeitamos e desejamos o bem.
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses são designados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado.
Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos nos esquecer dos amigos distantes, que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam aumentando a nossa raiz com alegria.
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam o nosso caminho.
Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso."
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— Lloyd Glenn
Ao longo de nossas vidas, somos abençoados com experiências espirituais; algumas são bem sagradas e confidenciais e outras, embora sagradas, devem ser compartilhadas.
No verão passado, a minha família teve uma experiência espiritual que teve um impacto profundo e duradouro em nós, e que acreditamos deve ser compartilhada. É uma mensagem de amor, sobre recuperar a perspectiva, restaurar o equilíbrio adequado e renovar as prioridades. Oro humildemente que ao relatar esta história, possa lhes dar um presente que o meu filhinho, Brian, deu à minha família ano passado num dia de verão.
No dia 22 de julho, estava a caminho de Washington D.C. numa viagem de negócios. Tudo transcorria normalmente até pousarmos em Denver para trocar de avião. Enquanto pegava meus pertences da prateleira acima dos assentos, anunciaram para o Sr. Lloyd Gleen procurar o representante do Serviço de Atendimento ao Consumidor da United imediatamente.Não pensei muito no assunto até chegar à porta do avião, quando ouvi um cavalheiro perguntando a todos os homens se eram o Sr. Glenn. A essa altura, sabia que algo estava errado e meu coração quase parou. Quando desci do avião, um jovem de rosto sério veio a mim e disse: "Sr. Glenn, houve uma emergência na sua casa. Não sei o que aconteceu nem quem está envolvido, mas vou lhe levar a um telefone para poder ligar para o hospital".
Agora o meu coração tinha disparado, mas consegui me forçar a ficar calmo. Inexpressivo, segui esse estranho até o telefone distante onde liguei para o número que ele me deu para o Mission Hospital. A minha chamada foi transferida para o centro de traumatismos onde soube que Brian, meu filho de três anos, tinha ficado preso debaixo do portão automático da garagem por alguns minutos, e quando a minha mulher o encontrou ele estava morto. Um vizinho, que era médico, havia feito ressuscitação e os paramédicos continuaram o tratamento até o Brian ser transportado para o hospital.
Quando liguei, o Brian já tinha sido reavivado e acreditava-se que ele sobreviveria, mas não sabiam quanto estrago havia sido feito ao seu cérebro ou coração. A porta havia completamente fechado sobre o seu esterno logo em cima do seu coração. Ele havia sido severamente esmagado. Depois de falar com a equipe médica, a minha esposa parecia preocupada mas não histérica, e fiquei confortado na sua tranqüilidade.
A viagem de volta parecia não ter fim, mas finalmente cheguei ao hospital seis horas depois da porta da garagem ter descido sobre meu filho. Quando entrei na UTI, nada poderia ter me preparado para ver o meu menininho tão imóvel numa grande coma, com tubos e monitores por todo lado. Ele estava num respirador. Olhei para a minha mulher, que estava ali em pé tentando me dá um sorriso encorajador. Tudo parecia um pesadelo. Contaram-me todos os detalhes e me deram um prognóstico cauteloso.
Brian iria viver, e os exames preliminares indicaram que o seu coração estava bem, dois milagres em si. Mas somente o tempo diria se o seu cérebro tinha sofrido algum dano.
Minha esposa estava calma durante todas aquelas horas intermináveis. Ela achava que Brian ficaria bem. Eu me segurava às suas palavras e fé como a um salva-vidas. Brian permaneceu inconsciente durante toda aquela noite e o dia seguinte. Parecia uma eternidade desde que havia viajado a negócios no dia anterior.
Finalmente, às duas da tarde, nosso filho recuperou a consciência e se sentou, dizendo as mais belas palavras que já ouvi. Ele disse: "Papai, me abraça," e se estendeu a mim com seus pequenos braços.
No dia seguinte eles afirmaram que ele não tinha nenhum defeito físico nem neurológico, e a história da sua recuperação milagrosa se espalhou pelo hospital. Não dá para imaginar a nossa gratidão e alegria. Sentimos uma reverência ímpar pela vida e pelo amor do nosso Pai Celestial ao levarmos Brian para casa, coisa que sucede àqueles que vêem a morte tão de perto.
Nos dias que se passaram havia um espírito especial no nosso lar. Nossos dois filhos mais velhos estavam muitos mais chegados ao seu irmãozinho. Minha esposa e eu estávamos muito mais próximos um do outro. A vida tomou um ritmo menos estressante. Nossa perspectiva parecia estar mais em foco e era mais fácil de se adquirir e manter o equilíbrio. Nós nos sentimos verdadeiramente abençoados. A nossa gratidão de fato era profunda.
A história não acabou!
Quase um mês depois do dia do acidente, Brian acordou do seu soninho da tarde e falou: "Sente-se, mamãe. Tenho uma coisa para lhe contar".
Nesta fase de sua vida, Brian normalmente falava em pequenas frases, de modo que ouvi-lo falar uma frase desse tamanho surpreendeu a minha esposa. Ela se sentou com ele na cama e ele começou a contar sua sagrada e extraordinária história. "Você se lembra quando eu fiquei preso em baixo da porta da garagem? Ela era tão pesada e machucou muito. Eu chamei por você, mas você não conseguia me ouvir. Comecei a chorar, mas depois começou a doer muito. E então os 'passarinhos' chegaram."
"Os passarinhos?" Minha esposa perguntou, intrigada.
"É," ele respondeu. "Os passarinhos fizeram um barulho de vento e voaram para dentro da garagem. Eles cuidaram de mim."
"Eles cuidaram?"
"Sim," respondeu. "Um dos passarinhos foi e a trouxe. Ela foi lhe dizer que eu tinha ficado preso debaixo da porta."
Uma doce sensação de reverência encheu o quarto. O espírito era muito forte entretanto mais leve que o ar. Minha esposa percebeu que o nosso filho de três anos não tinha conceito de morte e espíritos, de modo que estava se referindo aos seres do Além que vieram em seu socorro como 'passarinhos', porque estavam no ar, como pássaros que voam.
"Como eram os pássaros?" Ela perguntou.
Brian respondeu que eles eram muito bonitos. Estavam vestidos de branco, inteiramente branco. Alguns deles tinham verde e branco. Mas alguns estavam somente de branco.
"Eles disseram alguma coisa."
"Sim" respondeu. "Eles me disseram que o nenê ficaria bem."
"O nenê?" Minha esposa perguntou confusa.
Brian respondeu. "O nenê deitado no chão da garagem." Ele continuou, "Você saiu, abriu a porta da garagem e correu até o nenê. Você falou para ele ficar e não ir embora."
Ao ouvir isso minha esposa quase caiu, pois ela havia realmente se ajoelhado ao lado do corpo de Brian, e ao ver o seu peito esmagado, sabendo que ele estava morto, olhou à sua volta e sussurrou: "Não nos deixe, Brian. Por favor fique se puder."
Ao ouvir as palavras que ela havia dito saírem da boca de Brian, ela percebeu que o espírito havia saído do seu corpo e que ele ficara olhando para baixo do alto para o seu corpo sem vida. "E então o que aconteceu?" perguntou.
"Nós fomos numa viagem," disse, "bem, bem longe." Ele ficou agitado, tentando contar as coisas para quais parecia não ter palavras para descrever. Minha esposa tentou acalmá-lo e confortá-lo para que ele soubesse que tudo estaria bem. Ele se esforçou para dizer algo que obviamente era muito importante para ele, mas lhe era difícil encontrar as palavras. "Nós voamos tão rápido no ar. Eles são tão bonitos, mamãe." Ele acrescentou. "E há muitos, muitos passarinhos."
Brian disse também que os "passarinhos" haviam falado que ele precisava voltar e contar a todos sobre eles. Ele disse que eles o trouxeram de volta para casa e que um grande caminhão de bombeiros e uma ambulância estavam lá. Um homem levava o nenê numa cama branca e Brian tentou lhe dizer que o nenê ficaria bem, mas o homem não conseguia escutá-lo. Contou que os passarinhos lhe disseram que ele precisava ir com a ambulância, mas que eles ficariam perto dele. Disse que eles eram muito bonitos e tranqüilos, e que ele não queria voltar.
Então a forte luz veio. Ele disse que a luz era tão intensa e calorosa, e que ele gostava muito da luz. Alguém estava na luz e colocou seus braços ao redor dele e disse: "Eu o amo, mas você precisa voltar. Você precisa jogar baseball, e contar a todos sobre os passarinhos." E então a pessoa na luz o beijou e acenou, dando adeus. E então wuush, o grande barulho veio e eles voaram às nuvens.
Sua história durou uma hora. Ele nos ensinou que os "passarinhos" estão sempre conosco, mas nós não os enxergamos porque vemos com os nossos olhos e não os escutamos porque ouvimos com os nossos ouvidos. Mas eles estão sempre presentes. Só podem ser vistos aqui dentro (ele colocou as mãos sobre o seu coração). Eles sussurram coisas para nos ajudar a fazer o que é certo porque eles nos amam muito."
Brian continuou, afirmando: "Eu tenho um plano, mamãe. Você tem um plano. O papai tem um plano. Todo mundo tem um plano. Todos precisamos viver nossos planos e cumprir as nossas promessas. Os passarinhos nos ajudam a cumprir as nossas promessas. Os passarinhos nos ajudam a fazer isso porque eles nos amam tanto."
Nas semanas que se seguiram, Brian freqüentemente nos contava tudo aquilo, ou parte, vez após vez. A história era sempre a mesma. Os detalhes nunca mudavam nem ficavam fora de ordem. Às vezes ele acrescentava um pouco de informação e esclarecia a mensagem que já tinha dado. Algo com o qual sempre ficávamos impressionados é com o fato dele poder contar coisas com tantos detalhes e falar além da sua habilidade sempre que falava dos "passarinhos".
Cada lugar que ia, ele contava aos estranhos sobre os "passarinhos". Surpreedentemente, ninguém nunca o olhou de forma estranha quando ele fazia isso. Pelo contrário, sempre ficavam com um olhar doce e sorriam.
É desnecessário dizer que nunca mais fomos os mesmos desde aquele dia, e oramos que nunca sejamos.





































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9 encantados:
Que blog fantástico!
Gostei da temática,sempre que puder estarei por aqui!
Obs:linkei nos meus favoritos.
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http://oitentando.blogspot.com/
Abraços!
Oiiee Fernandinha.. comentei no outro mais não sei se o comentario foi O.o'
bom então irei comentar aqui rsrsr
muito legal seu blog.. bem diferente...
e sobre o homem romantico vc encontra ta? rsrs
não é tão dificil assim!!!
Beijão e se cuidaa!
O último post do meu blog, de certa forma, abrange o assunto, mas de um outro ponto de vista...
Realmente a história é lindissima... eu adoro a tematica da amizade e essa me tocou muito tb! um abraço
Interessante seu Blog... a palavra "anjo" significa mensageiro, e sempre podemos assumir o papel de mensageiros da alegria, da paz, da harmonia...bjs
Agora li o post todo!
Bom as historias realmente são tocantes em especial a do menino Brian.Conceteza está muito além de nossa imaginação.Creio que só passando pela situação para sabermos a reação transmitida.
Sua historia sobre amizade concerteza temos a mesma opinião,tenho uma amiga e conncerteza a considero um anjo,é uma amizade forte,sincera e sem segundas intenções.Eu digo que ela é meu anjo literalmente.E como voce citou na Arvore da amizade:"Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso".
O primeiro texto muito bem escrito é como o relato de Briam.
Legal passar por aqui!Gostei!
OUtra coisa que costumo dizer:
Fique em paz"!
Valeu,bjs!
Oi td bem?
Passa no meu blog,
tem dois Selos a sua espera!
Indiquei como melhor blog!
Pegue lá e coloque aqui!
Abraços!
http://oitentando.blogspot.com/
Vou passar sim......obrigada pelas palavras e que bom que gostou Oitentando....
Ate mais...
Oi Querida, amei seu blog, ta cada dia mais lindo...
Eu particularmente acredito muito em magia, pois acredito que nós somos seres mágicos... Depois vou te mandar um e-mail com algumas histórias minhas...
beijão querida, continue com seu blog q ta ficando cada dia mais bonito...
Karina (http://rebelheartbr.wordpress.com)
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